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Meu bebê tem cólicas: o que devo fazer?

As cólicas podem ter várias causas diferentes. Compreender esses gatilhos é um passo importante para diminuir a frequência desses quadros.

Não há nada mais normal na rotina dos bebês do que as crises de choro. Para os pais, elas são motivo de desespero e dúvida, afinal, como diferenciar cólica de bebê de fralda suja? Algumas dicas vão ajudar a descobrir se é cólica ou não e trazer alívio para essa fase da infância.

As cólicas nos primeiros meses de vida são muito comuns e estão associadas a vários fatores. Elas podem significar imaturidade gastrointestinal ou do sistema nervoso, intolerância a algum alimento ou até mesmo questões externas. Trata-se de um processo natural do desenvolvimento da criança, sem maiores agravantes. Essa etapa exigirá apenas cuidado e paciência. Vale lembrar que as cólicas em bebês são autolimitadas, ou seja, passam logo, logo, com o crescimento da criança.

Como saber se o bebê está com cólica?

Essa é uma dúvida comum que deixa as famílias desnorteadas, mas que encontra boas respostas tendo a observação como uma aliada. O choro é o principal recurso linguístico dos bebês, é a forma com que eles se comunicam, como mostram que algo de errado está acontecendo.  Portanto, choro intenso é, sim, um alerta vermelho, mas é preciso traduzi-lo. Um bebê com cólica costuma chorar muito, mas o bebê com fralda suja também, assim como com fome ou frio. Dessa forma, essas outras pequenas causas devem ser descartadas antes de diagnosticar a cólica. Se mesmo assim o choro persistir, talvez seja a hora de consultar um médico ou colocar em prática algumas dicas. 

O que causa cólica nos recém-nascidos?

Identificada a doença, o próximo passo é investigar o que agrava o sintoma em cada bebê. É exatamente aqui que o pediatra é tão fundamental. Afinal, a dor causada pela cólica não tem nada de anormal, mas alguns fatores a acentuam. Nesses casos, é provável que uma pequena mudança na rotina alimentar da criança ou da mãe traga mais conforto para a fase.

As cólicas do lactante acontecem tanto para os bebês que se alimentam de leite materno quanto para aqueles que já iniciaram a alimentação na mamadeira. No entanto, algumas fórmulas causam quase que o dobro do risco de cólicas, o que exige cuidado redobrado. Desse modo, evite iniciar qualquer fórmula ou alimentação sem instruções adequadas e acompanhe o tempo de adaptação. Pode acontecer também, embora mais raro, de o leite materno conter substâncias que não fazem bem ao bebê. Caso isso ocorra, é provável que a orientação médica seja uma dieta específica para as mães durante a amamentação.​

Dicas de como aliviar cólica de bebê

●     Segure o bebê no colo e coloque-o de barriga sobre a barriga da mãe. O contato direto e aproximado tranquiliza a criança, reduzindo a sensação de dor. 

●     Enrole o bebê em uma manta ou um cobertor e mantenha-o bem aquecido.

●     Faça a posição de cócoras na horizontal. Para isso, basta flexionar as coxas do bebê contra sua barriga, com calma e leveza, similar a uma massagem.

●     Banho morno ou compressas de água quente na barriga também ajudam bastante.

●     Evite locais barulhentos ou repletos de estímulos como luz ou pessoas.

●     Não utilize nenhum medicamento, chás ou substâncias que não tenham sido prescritos pelo pediatra como adequados para cólica de bebê.

Massagem

Massagear o abdome do neném é muito simples e benéfico, já que não só reduz a dor como acalma a criança. Há alguns movimentos que favorecem as atividades intestinais. Experimente mover os dedos no sentido horário ao redor do umbigo do bebê; faça isso com suavidade e uma leve pressão. 

Banho de ofurô

Parece chique, não é mesmo? Porém, a prática é muito simples e pode ser um momento de cuidado e carinho com o bebê. Basta imergir a criança, até os ombros, em água morna; pode ser feito em uma banheira ou balde. A ideia é que o bebê fique seguro na posição e consiga relaxar. A teoria dessa prática é criar um ambiente semelhante ao útero da mãe, sensação que os bebês adoram.

Jamais esqueça​

Cólicas em recém-nascidos são passageiras. Assim, procure ter paciência e não recorra a medicamentos não indicados pelo médico nem às chupetas. Essas práticas podem ser muito prejudiciais à criança.​


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